OS DESEJOS DE DEUS
por Cesar Costa
Não podemos sonegar as responsabilidades adquiridas no advento dos nossos dons. Temos responsabilidades a cumprir para com a obra do Pai.
Nossas quedas na esfera espiritual são conseqüências do pensamento conservado por muitos, onde a esfera divina nos deve favores ao passo que somos livres das obrigações para nossa elevação moral e espiritual. Para muitos não há o dever de ter Deus em sua própria vida.
Temos obrigação de resgatarmos nossas dividas de caráter espiritual, auxiliando todas as criaturas a nós enviadas pelo Pai. Amar sem o limite de imaginar que estamos acima do nosso semelhante, ou sem uma falsa impressão de superioridade. Todos somos iguais perante o Pai.
Evitemos portanto nos entregarmos ao abuso das faculdades sublimes, sendo impossível conciliar o prazer delituoso com o nosso dever espiritual. Não podemos viver totalmente alheios aos anseios evangélicos.
Muitas vezes não realizamos as atividades de auxílio aos nossos semelhantes, os abandonando definitivamente a própria sorte, sem refletir que estamos lançando aqueles que pelo Pai nos foram confiados a destino incerto. Deixamos de fazer o bem por achar que este item não consta em nossa relação de responsabilidades. Ledo engano o nosso!
Abrir mão de condenáveis desejos não é tão fácil assim porém. Acumulamos débitos por não atender à esfera divina.
Vamos reservar alguns momentos em nossa vida para realizar os desejos do Pai.
Tenha FORÇA SEMPRE!!!
Não podemos sonegar as responsabilidades adquiridas no advento dos nossos dons. Temos responsabilidades a cumprir para com a obra do Pai.
Nossas quedas na esfera espiritual são conseqüências do pensamento conservado por muitos, onde a esfera divina nos deve favores ao passo que somos livres das obrigações para nossa elevação moral e espiritual. Para muitos não há o dever de ter Deus em sua própria vida.
Temos obrigação de resgatarmos nossas dividas de caráter espiritual, auxiliando todas as criaturas a nós enviadas pelo Pai. Amar sem o limite de imaginar que estamos acima do nosso semelhante, ou sem uma falsa impressão de superioridade. Todos somos iguais perante o Pai.
Evitemos portanto nos entregarmos ao abuso das faculdades sublimes, sendo impossível conciliar o prazer delituoso com o nosso dever espiritual. Não podemos viver totalmente alheios aos anseios evangélicos.
Muitas vezes não realizamos as atividades de auxílio aos nossos semelhantes, os abandonando definitivamente a própria sorte, sem refletir que estamos lançando aqueles que pelo Pai nos foram confiados a destino incerto. Deixamos de fazer o bem por achar que este item não consta em nossa relação de responsabilidades. Ledo engano o nosso!
Abrir mão de condenáveis desejos não é tão fácil assim porém. Acumulamos débitos por não atender à esfera divina.
Vamos reservar alguns momentos em nossa vida para realizar os desejos do Pai.
Tenha FORÇA SEMPRE!!!